segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EDUCAÇÃO E LIMITE.


Hoje dia 02/11/2015 amanheci com uma estranha sensação de angústia, procurei em minha memória o motivo de meu mal estar psíquico e lembrei de uma reportagem do Fantástico onde  fora apresentado um vídeo de um alunos destruindo um espaço escolar, este vídeo já tinha chegado em meu Face através de minhas alunas solicitando parecer. Quando assisti o vídeo fiquei impactada , como pode uma criança não obedecer a  nenhuma autoridade da escola ?????? No primeiro momento acreditei que a referida criança poderia estar em surto psicótico , porém olhando melhor percebi que ela não apresentava nenhuma característica de doença e/ou deficiência mental.
Preferi não dar nenhum parecer porque não conheci os dados necessários para me pronunciar.

Ontem no Fantástico foi apresentado o vídeo, quando anunciaram que apresentariam o vídeo, decidi  assistir.Embora algumas reportagem me enjoa o estômago como  do tal  Joelma e Chimbinha , não entendo como um programa como o fantástico pode se ocupar disso.Deixando o sensacionalismo da Globo, voltando ao foco de minha reflexão esperei a reportagem sobre o  vídeo,  estava interessada na opinião de especialista sobre o fato, ou seja, como proceder pedagogicamente diante daquele fato? Em meu imaginário coloquei educadores discutindo a questão. Que decepção !!!! A reportagem colocou como eixo da  questão "Quem filmou o fato " a exposição da criança era o motivo da reportagem. Claro é lei que a criança não poderia ser exposta , porém o fato principal ganhou pano de fundo. Como proceder em sala de aula com aluno que não tem limite?  Sobre isto nada foi discutido. Colocaram  a mãe como vítima, dizendo que iria processar a escola. Os Educadores como réus fazendo exposição da professora enquanto que a figura da mãe ficou na sombra.?

A TV Globo possui condições para reunir uma equipe de educadores e discutir seriamente a questão sem fazer sensacionalismo. A mãe da criança agiu como se ela não tivesse nada a ver com a questão. O filho é dela e nos educadores devemos alertar os pais que : A RESPONSABILIDADE DE EDUCAR OS FILHOS É DELE é não permitir que eles ( pais) partam para o mecanismo de defesa, como "parece" ter acontecido com a referida mãe que atribuiu a "culpa" para escola, negando portando a sua responsabilidade perante a ação indisciplinada  da criança.

Assistimos em dias atuais uma inversão de valores muito forte no Brasil.

Houve em tempos atuais uma curvatura da vara no que se refere a educação.

Se no modelo tradicional de educação os filho possuíam  medo dos pais, hoje os pais têm medo dos filhos.....compram os filhos com a libertinagem deixando que eles façam o que querem para não terem o trabalho de educar. Colocar limite dá trabalho, hoje não temos a vara mas temos a Autoridade , os pais são as primeiras autoridades reconhecida pelas crianças.

As regras devem ser estabelecidas desde o momento que a criança saí do egoismo onipotente(Freud) e vai para a socialização, na construção das duplas sejam pares móveis ou pares fixos ( Piaget) as regras iniciantes já devem ser estabelecidas. Quem é o adulto responsável pela construção desta interação (dupla) respeitosa?  São os pais , a mãe, o pai , o adulto significativo.
A formação dos pares móveis acontecem normalmente  a partir dos dois anos de idade quando saem do individualismo, hoje acho complicado falar de idade porque as crianças estão muito precoce. Cabe aos pais descobrirem o estagio de desenvolvimento dos filhos para fazerem a intervenção adequada.

Acontece que nos dias atuais as crianças são educadas por babás que não sabem como educar. Verdade, acontece ainda dos pais não terem conhecimento de Freud e Piaget, Verdade , mas também é verdade que todos os pais tem um tempo com os filhos e que todos nós trazemos em nosso inconsciente o que é certo é o que é errado. Não precisamos de graduação e pós graduação para saber disto, precisamos sim de amor e responsabilidade para dialogar com os filhos e exigir que as regras que estipulamos sejam compridas. As sanções devem ser aplicada nos descumprimento das regras, vale para os pais, vale para a escola.

Sendo os pais a primeira autoridade a ser reconhecida pela criança quando isto não acontece, fica difícil para criança modelar a segunda autoridade que é constituída pelo professor, ou seja a criança que não obedece aos  pais, não vai obedecer a professora e consequentemente não vais respeitar autoridades (polícia e outras autoridades constituídas).

Vemos nos dias atuais pré adolescentes e até criança,participando de arrastões, brigando com os professores,pichando muro. São frutos da falta de educação moral construída na primeira infância.

A moralidade infantil é o suporte para construção da edução, cidadania e limite.

domingo, 9 de agosto de 2015

DIAS DOS PAIS - MÃES QUE SE TORNARAM TAMBÉM PAIS.


Hoje dia 09/08/2015  dia dos pais amanheci com muita vontade de escrever minhas memórias. José Domingos de Freitas , meu querido pai, desencarnou quando eu tinha 8 anos de idade, foi brutalmente assassinado. Lembro-me da nossa confusão e   desorientamento. Minha mãe QUE ERA APENAS CUIDARA DO LAR lar, alfabetizada mas sem nenhuma educação formal, não estava preparada para gerenciar um lar. A perda de meu pai de forma tão brutal, assassinado na frente de minha mães trouxe um caos em nossa vidas.
Lembro-me que morávamos na fazenda de meu avô , minha avó paterna morava conosco , minha avó materna morava na sede da fazenda em uma casa grande, íamos todo final de semana para sua casa. Eu era muito feliz, não tinha noção de dinheiro, tinha o que precisava tinha quatro irmãos menores que amava e cuidava como se fossem meus filhos. 
Com a queda do café  e perda de meus tios meu avô materno resolveu vender a fazenda . Mudaram para Jataí, meus avós minhas tias e tios que amava tanto saíram de minha vida, eu não entendia o porquê e para completar minha tristeza levam a minha irmã que se aproximava da minha idade.
Foi um grande transtorno emocional, o primeiro de minha vida que virou de cabeça para baixo. Com quem eu iria brincar ? Olhava para minhas bonecas de pano é ela pareciam triste e sem vida.
Meus dois irmão mais próxima além de ser muito criança eram homens e não gostava de brincar de boneca  minha irmãzinha caçula era quase um bebê ,Foi meu primeiro luto. Ficamos na casa grande de meu avô até decidir a nossa vida. A casa enorme que antes era cheia de risos e alegria agora estava vazia e triste. Meu pai foi para São Paulo em busca de oportunidades para que pudéssemos mudar para lá. Eu era a filha maior, mais velha com meus 8 anos de idade tinha que bancar o suporte para minha mãe, não podia decepciona-la, assim engolia meu choro. A ida de meu pai a São Paulo não deu certo e mudamos para Cassilândia (MT)  é foi lá, pouco tempo depois  que meu pai foi assassinado , agora sim meu mundo desmoronou, fiquei perdida não compreendia a morte do meu pai. Meu tio e tia vieram para o enterro e trouxe minha irmã companheira e amiguinha, só que, o momento não era para brincadeira era de dor, muita dor.
Achei que morreríamos todos ali, fiquei gravemente doente mas sobrevivi.
Fui alfabetizada pelo meu pai na fazenda. Em  Cassilândia entrei na Escola no primeiro ano C porque já sabia ler. Após a morte de meu pai voltei a Escola é um fator não explicado, na época, aconteceu , esqueci o que aprendera com meu pai, com a sua morte morreu também o meu conhecimento.
Passado pouco tempo meu tio veio nos buscar para mudarmos para Jataí, como deixar meu pai? Sepultei de vez a minha felicidade, a família maravilhosa que tive foi tragada pela tragédia.Quem tinha tudo agora não tinha nada. Meus avós e tios tentaram nos ajudar, mas eu tinha me trancado em meu próprio eu, estava enclausurada em minha dor.
Com muito sofrimento os dias passavam lentamente. Minha irmã querida estava em outro mundo a sua família que  agora era da casa grande já que ela ficou morando com minha avó enquanto eu ficava em casa pobre que meu avô nos cedeu, se não fosse meu avô querido não sei o que teria sido de nosso destino, minha mãe vestida de luto não parava de chorar , e, eu fiquei anestesiada no mundo que perdera.
Apareceu então uma ideia que eu não conhecia, a divisão de classe. Eu agora era pobre e como pobreza dói....minha mãe foi trabalhar no bar do meu avô ela fazia salgados e eu com 8 anos de idade cuidava da casa e dos meus três irmão menores.
Matricularam-me em uma Escola de freira, com bolsa claro, não tínhamos dinheiro para pagar.
Ali conheci a  chamada palmatória, apanhei muito porque tinha esquecido as letras....meu conhecimento morreu com meu pai. Fiquei muito angustiada procurava na memória o conhecimento das letras e elas me fugiam. Me expulsaram da escola porque segunda as freiras diretoras e minha professora "eu era preguiçosa e não queria nada com nada". Minha mãe chorava e eu apanhei mais uma vez pelo meu desconhecimento.
Matricularam-me um grupo  escolar , lá continuou minha trajetória de sofrimento, apanhei mito com as chamadas palmatória. Resolvi me rebelar e fugia da escola ou rezava para que as aulas acabassem logo. O que me segurava na escola era o amor que sempre tive pela minha mãe, para não vê-la sofrer mais ainda,  eu me matava de estudar mas não aprendia nada minha inteligência estava aprisionada pelo trauma sofrido.
Hoje como psicopedagogia e psicanalista compreendo meu esquecimento, minha negação em aprender, era como se ao aprender eu negativasse o amor ao meu pai, meu professor alfabetizador.   Para mantê-lo vivo em minha memória eu negava mostrar aos outros minha aprendizagem que só a ele eu devesse mostrar. Na tentativa de sobreviver  desenvolvi um mecanismo de defesa aprendi a copiar , ou colar, eu sempre fui inteligente e na cola das colegas fui aprendendo as letras novamente. Interessante como nosso inconsciente desenvolve mecanismo de defesa , eu aprendia com as colegas mas não com o professor. No meu inconsciente só aceitava um professor e este era meu pai.
De tanto apanhar na escola fui revoltando tornei boa de briga e as colegas CDF, como hoje são chamados, colava em mim para não apanhar dos outros grupos.
Se alguém tocassem em mim, ou nos meus irmão apanhava feio, eu era muito magra mais muito ágil. Lembro que um menino maior que meu irmão bateu muito nele ( meu querido irmão Manoel) peguei um pau e foi em cima dele , ele correu e eu fui atrás , eu era menor que ele, pulei o murro e o peguei e bati com vontade, eu não aceitava que ninguém maltratasse meus irmãos.
Eu queria aprender para agradar minha mãe. Cheguei a terceira série para alegria de minha mãe.
Na terceira série encontrei uma professora de verdade. Eleusa França,como ela me influenciou,  era rígida mas nunca me bateu, ao contrário me incentivou consegui ver a minha inteligência através do trauma que tentava sufoca-la.  
Entrei no chamado Ginásio com média nem precisei passar pelo chamado exame de admissão.
No Ginásio as coisas voltaram a se complicar, as professoras sentiam-se poderosas e os alunos éramos os pobres mortais. Reprovei na quinta série e larguei a escola.
No próximo ano voltei a estudar para agradar a minha mãe que queria muito que eu terminasse o Ginásio. O sonho de minha mãe era que eu me tornasse uma normalista, grau máximo permitido para uma menina pobre como eu.Eu nem entendia o que era este tal de normal, só queria ver a minha mãe feliz. A minha  mãe foi pai e mãe e foi meu suporte. assim aos t5rancos e barrancos cheguei a 7ª série do primeiro grau Nesta época, quando passei para 7ª série,  um namoradinho de adolescência  me disse que parece que eu tinha me tornado gente. Aquelas palavras caiu fundo no meu coração! Entendi que eu não era gente.....seu nome é Rubens foi a última vez que eu o vi , porém suas palavras me martelavam eu não gente. O que eu era ? Era muito peso para uma adolescente , pobre que cuidava dos irmãos menores, ajudava a mãe em  da casa, ninguém entendia minha dor. A fala desse rapaz eu carreguei por muito tempo e só resolvi através da terapia anos depois. Eu teria deixado a escola , mas  apareceu na minha vida,como encaminhada por Deus, um anjo, uma professora  linda, calma, competente , se vestia muito bem ia dar aula com roupas bonitas e caprichadas sua aparência era gostava de se ver , sempre perfumada e carinhosa , entendia os alunos, parece que ela era uma psicanalista compreendia meus traumas sem que eu disse  nada , me deu a mão para a continuidade da vida acadêmica, com ela passei a gostar de Português e através dela e modelei-me  professora, entendi a fala de minha mãe . Firmei meu propósito de ser professora de fazer a diferença para meus alunos.
Comei lecionando para os adultos, a minha dor do fracasso que havia experimentado tornou motivo para  amar, entender e cuidar dos meus alunos, as suas mãos calejada representava a história de vida de cada um. Muitos me acompanharam até seus desencarnes. lembro muito até hoje de Dona Conceição minha aluna querida que deve estar no mundo espiritual.. Fui modelo, fui exemplo de vida para cada um.Tornei-me professora qualificada para alegria de minha mãe, porém, eu queria mais e mais.
Uma mulher pobre do interior de Goiás, na época,  não podia querer mais. Eu quis e fui. Com 19 anos entre na faculdade de pedagogia. Não parei aí...não parei até hoje estudo e sou professora na tentativa de modelar e fazer a diferença para meus alunos da graduação e pós graduação, seja eles da pedagogia, da enfermagem, do direito, da biologia. Não limitei minha área de atuação, onde estiver educação lá estou eu, graças a minha mãe que foi mãe e pai e graças a minha querida professora Laís França , hoje minha comadre, madrinha de meu filho mais velho, prof. Dr. Rodolfo Jacarandá.
Hoje como psicanalista olho para trás e vejo que minha mãe foi muito forte e eu encontrei, também professores que amavam suas profissões, as palavras de desconforto e exclusão que recebi na vida não foram forte o bastante para me paralisar, o amor de minha mãe foi mais forte. Fiz o mesmo com meus filhos naturais e com os  filhos do coração que Deus me mandou. Modelei-me no amor.    
 Meus irmãos , também são professores e como eu são graduados e pós graduados pois modelaram em minha pessoa. O amor foi mais forte.
  

sábado, 3 de setembro de 2011

Professor excluido na Escola Inclusiva

Em um quadro do  fantástico (Rede Globo)  domingo 28/08, assisti uma reportagem sobre um aluno chutando o diretor. O diretor estava exercendo sua função perante a inclusão social, porém  a nossa escola chegou  ao ponto máximo de desrespeito aos professores e gestores, há uma inversão de valores na educação sendo  a escola  "culpada"  de tudo. Os pais desprovidos de autoridades, diante da descontrução dos valores morais tradicionais e sem preparação para exercerem valores atuais..que de fato estão  confusos.... jogam para a escola a responsabilidade de educação dos filhos. O governo não enfrenta a politica de  valorização dos professores que não recebem salários condizentes com sua função e responsabilidades ,  tenho visto professores tirando seu último dinheiro para bancar sua habilitação, estudando a noite trabalhando durante o dia , porém sem esperança já que não são valorizados na docência.  O direito  do  adolescente cresce e as suas  responsabilidades diminuem,  adolescentes 13,14, anos não podem "trabalharem" para auxiliarem os seus pais ficando a mercê dos ensinamentos da rua.Os professores não podem corrigi-los para não serem acusados de danos morais. Os pais trabalham para manterem os filhos, os professores trabalham, também para sustentar seus filhos... na roda da vida não sobrou espaço para educação ... quem de fato educa?  A educação é o único caminho para diminuição da violência e das doenças, porém "parece" que só os  professores/educadores  sabem disso.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Aula inaugural do curso de pedagogia da UNIRON.


No dia 18/08/2011, aconteceu no auditório do CAMPUS I a aula inaugural do Curso de Pedagogia da UNIRON. A aula teve como tema  as profissões de destaque do curso sendo  proferida pela professora mestranda Inácia Damasceno  que destacou as habilitações do curso de pedagogia da UNIRON sendo :   atuação  na docência da educação infantil, no ensino funda-mental e na educação de jovens e adultos, e como gestor educacional .   Sendo seu espaço no  Mercado de Trabalho : a de gestor Escolar ( gestão escolar compreende a função de Orientação , supervisão  e Administração das Unidades Escolares). Podendo o pedagogo ser consultor em macro e micro sistema educacional e órgãos regionais, assessoria de recursos humanos, seleção e capacitação em educação continuada; assessoria na formulação, discussão, implantação e avaliação do projeto entre outras atividades que exija conhecimentos pedagógicos. Foi destacado a qualidade do curso atestado pelo MEC com obtenção de nota 4,0 (quatro) em uma escala de zero á 5 (cinco) na  avaliação externa do MEC. Os alunos  prestigiaram o evento .

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Professora Rosana, Evarista, Elgislaine e a formanda Klmara

Professora Soeli, Rosana Elgislaine, Elza  e a aluna formanda  Kylmara .


Formatura na UNIRON

Formatura das Alunas de Pedagogia da UNIRON - Eu e a Secretária da Faculdade.
As formandas do Curso de Pedagogia - UNIRON

Diretor Acadêmico, eu coordenadora do curso de pedagogia e professora homenageadas -UNIRON


FORMATURA "MINHAS MENINAS"

Dia 18/08 /2011 colaram grau as " minhas meninhas", chamo-as assim porque são fantásticas como alunas e como profissionais, as atividades delas que coordenei como professora e como coordenadora do curso de pedagogia forma muito prazerosas... trabalhar com elas foi um ato de prazer ....prazer pela vida.. pelas crianças que elas atendem de forma competente e carinhosa. Como diz Paulo Freire educar é um ato de amor  ...Plagiando Rubem Alves eu diria que encontro, nesta e nas outras turmas que tive o prazer de ensinar e aprender, todos os dias  herdeiros de minhas ideias. Que elas possam também superar os mestres nas profissões e no prazer de ensinar.
Elza Jacarandá

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Moralidade e educação

Realizando uma pesquisa sobre moralidade infantil pude perceber as dificuldades que as escolas possuem para trabalhar este aspecto com alunos. O certo é que a família deveria construir a base da formação moral, porém os pais também apresentam dificuldades nesta construção. Se antes os pais utilizam do autoritarismo, hoje os pais possuem limitações em trabalhar a autoridade com os filhos. Houve uma inversão de valores, antes os filhos tinham medo de perdem o amor dos pais, hoje os pais possuem medo de perderem o amor dos filhos. A responsabilidade fica por conta da escola que por sua vez também não construíram competência para o trabalho moral infantil surgindo, assim a violência simbólica ou até física.O bullying  se faz presente no ambiente escolar e se não for trabalhado haverá uma  generalização desta conduta violenta que vai transpor os muros da escola e também distanciar dos familiares, chegando ao âmbito do social, onde pais e professores não poderão aturarem ficando por conta das regras do Estado como assistimos  a todo instante na mídia.  Registrando, assim uma alerta da necessidade de intervenção nas consultas inadequadas das crianças para a construção moral.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

CURSO DE PEDAGOGIA

Os acadêmicos do curso de pedagogia da UNIRON  possuem em sua Matriz Curricular disciplinas que preparam seus acadêmicos para o processo inclusivo dos alunos com Necessidades Especiais através de aulas práticas e do projeto Desejando Ler. O projeto Desejando Ler está formatado no modelo inclusivo de atendimento aos alunos do Ensino Fundamental das Escolas Públicas no entorno da Faculdade.
O grupo de estudo do projeto desejando ler   é formado por acadêmicos e egressos do Curso de Pedagogia e especialização em psicopedagogia da Faculdade. As atividades teóricas do projeto são realizadas nas salas de aula e as atividades práticas, com atendimento aos alunos com problemas de aprendizagem, são realizadas na clínica psicopedagógica da UNIRON- CAMPUS II.